Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

William Shakespeare

"Depois de algum tempo aprendes a diferenca, a subtil diferenca entre dar a mao e acorrentar uma alma. E aprendes que amar nao significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguranca.

 

E comecas a aprender que beijos nao sao contratos e presentes nao sao promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeca erguida e olhos adiante, com a graca de um adulto e nao com a tristeza de uma crianca.

 

E aprendes a construir todas as tuas estradas de hje, porque o terreno do amanha eh incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vao.

 

Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que nao importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas nao se importam.. E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela podera ferir-te de vez em quando e precisas perdoa-la por isso.

 

Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confianca e apenas segundos para destrui-la, e que poderas fazer coisas das quais te arrependeras para o resto da vida.

 

Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa nao eh o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos sao a familia que nos permitiram escolher.

 

Aprendes que nao temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

 

Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas sao tiradas da tua vida mto depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.

 

Aprendes que as circunstancias e os ambientes tem influencia sobre nos, mas nos somos responsaveis por nos mesmos. Comecas a aprender que nao te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser.

 

Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo eh curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarao e que ser flexivel nem sempre significa ser fraco ou nao ter personalidade, pois nao importa quao delicada e fragil seja uma situacao, existem sempre os dois lados.

 

Aprendes que herois sao pessoas que fizeram o que era necessario fazer enfrentando as consequencias. Aprendes que paciencia requer muita pratica. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, eh uma das poucas que te ajuda a levantar.

 

Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiencia que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversarios ja comemoraste. Aprendes que ha mais dos teus pais em ti do que supunhas.

 

Aprendes que nunca se deve dizer a uma crianca que sonhos sao disparates, poucas coisas sao tao humilhantes e seria uma tragedia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso nao te da o direito de ser cruel.

 

Descobres que so porque alguem nao te ama da forma que desejas, nao significa que esse alguem nao te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente nao sabem como demonstrar ou viver isso.

 

Aprendes que nem sempre eh suficiente ser perdoado por alguem, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderas ser em algum momento condenado. Aprendes que nao importa em quantos pedacos o teu coracao foi partido, o mundo nao para para que tu o consertes.

 Aprendes que o tempo nao eh algo que possa voltar para tras.

 

Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao inves de esperares que alguem te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais ... que es realmente forte, e que podes ir mto mais longe depois de pensar que nao se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dadivas sao traidoras e fazem-nos perder o bem que poderiamos conquistar, se nao fosse o medo de tentar."


publicado por Afonsinetes às 16:53
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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

Nomeação de 10 blogs

Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.

 

http://metamorfose_de_olhar.blogs.sapo.pt/    (aquela_a_tal)

 

Luminescente

http://luminescente.blogspot.com/

 

New sensations

http://newsensations69.blogs.sapo.pt/

Sr. Dr. RICKY

 

TIBÉU

www.tibeu.blogs.sapo.pt

http://pitosga.blogs.sapo.pt/

 

http://lebasilqta4k3m.blogs.sapo.pt/

 

 

Alexiaa

Não há dia em que não me lembre de ti...mas há dias em que me lembro tanto que só reinventando sonhos o fim é suportável!
Ayumi Suzuki
Tudo sobre o mundo dos famosos! Cusquices, mexericos, curiosidades, entrevistas sobre os teus ídolos favoritos!

publicado por Afonsinetes às 15:49
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

Auto da barca do inferno (personalizado)

DIA. – ó precioso metrossexual, cá vindes vós? Que cousa é esta?
Vem o rapaz e, chegando ao batel infernal, diz:
Metro.  Esta barca onde vai ora, que assi está pronta para a partida?
DIA. Vai para a ilha perdida e há-de partir logo ess’ora.
METRO.  Pera lá vai a senhora?
DIA. Senhor, a vosso serviço.
METRO. Parece-me isso sem marca…
DIA. Porque a vedes lá de fora, e lá de dentro vai ora a marca.
 
Metro Porém, a que terra passais?
DIA. Pera o inferno, senhor.
Metro. Terra é bem sem-sabor, so se pera la tiver cosméticos
DIA.  Quê? Mais outro de severas fantasias? Pera o Inferno viajarás.
Metro. Parece-te a ti assi
DIA. Em que esperas ter guarida se lá só soubeste-te fantasiar de cousas caras e reluzentes?
METRO. No paraíso pera la vou, que leixo na outra vida quem reze por mi.
DIA. Quem reze por ti?! HI hi hi hi hi, só se for pera la essas marcas do horrendo!
E tu que viveste a teu prazer, que eras feito de futilidade e cheio dela, cuidando cá salvar-te porque rezam lá por ti?
Embarcai! Hou! Embarcai, que haveis de ir à derradeira.
 
 
  To be continued
Afonsinetes

publicado por Afonsinetes às 20:31
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Sábado, 7 de Abril de 2007

História do Teatro

TEATRO

O vocábulo grego “Théatron” estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vai para ver". Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente a audiência, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu na Grécia antiga, no século IV a.C.
O teatro é uma arte em que um actor, ou conjunto de actores, interpreta uma história ou actividades, com auxílio de dramaturgos, directores e técnicos, que têm como objectivo apresentar uma situação e despertar sentimentos na audiência.
A consolidação do teatro, enquanto espectáculo, na Grécia antiga deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dionísio. A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões.
Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "directores de coro" (os organizadores das procissões).
Nas procissões, os participantes se embriagavam, cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio. Em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente vinte mil pessoas, enquanto em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram menores.
O primeiro director de coro foi Téspis, que foi convidado pelo tirano Préstato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível que todos escutassem os relatos, porém podiam visualizar o sentimento da cena pelas máscaras.
O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o actor e a plateia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a plateia.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro actor grego.
 in:wikipedia
 

publicado por Afonsinetes às 16:21
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

AO CINEMA VAI AO TEATRO



       


         


AO CINEMA VAI AO TEATRO - 1996

A máquina maravilhosa que os irmãos Lumière inventaram serviu, inicialmente, para o registo doméstico da refeição do bebé ou para a comédia ingénua do regador regado. Actores na acepção estrita do termo não os havia, nem teatrais e muito menos cinematográficos, e os próprios membros da família Lumière forneceram os seus préstimos histriónicos, naturalmente limitados.
Georges Méliès abriu novos horizontes, descobriu a trucagem e foi intérprete de inúmeras das suas películas, porém os seus actores eram meros figurantes ou, quanto muito, algumas coristas repescadas para as suas composições fanáticas, ocultando as suas formas afanadas sob maillots claros e por vezes, desnudando-se quando a qualidade literária do argumento o justificava e satisfazendo o voyeurismo do público espartilhado por estritos códigos morais.

O cinema cedo procurou (e alcançou) cartas de nobreza e o meio teatral foi o veículo privilegiado dessa nobilitação. Da corista anónima, desnudando-se por alguns francos, às grandes actrizes da Comédie Française foi, na verdade, só um passo, e a própria Sarah Bernhardt cederia ao apelo diabólico da máquina de filmar e das imagens em movimento, cada vez mais populares. O mesmo sucederia, aliás, com a grande Eleonora Duse, amante de d’Annunzio, e até com as cortesãs famosas do princípio do século como Cléo de Mérode que foram realmente as primeiras Femmes Fatales.

Hoje em dia o estilo da representação teatral do princípio do século parece-nos extremamente enfático e artificial, exagerando nos trejeitos faciais e nas atitudes, porém ele adequava-se perfeitamente ao registo cinematográfico, então ainda desprovido de qualidade sonora. As divas do cinema mudo – Lya de Putti, por exemplo -, encantaram o grande público, e o próprio António Ferro dedicou-lhes um opúsculo inflamado. Excessivamente maquilhadas, com os olhos realçados a khol, de vestidos cingidos e com decotes provocantes, tinham uma qualidade nocturna e vampiresca que se adequava às imagens luminosas e aos desejos que emergiam na penumbra das salas – e Hollywood também as assimilou, com o sucesso estrondoso de actrizes como Theda Bara.

As atitudes permaneciam enfáticas e parece que até a propaganda oficial dos estados autoritários muito bebeu no cinema mudo – dos trejeitos das vampiras cinematográficas às poses de Mussolini ou Hitler discursando, vemos uma eficaz continuidade da receita da representação teatral que encantou os nossos avós.
O rápido fulgor que o cinema conheceu em Portugal na passagem dos anos vinte para os anos trinta foi servido, naturalmente pelo meio teatral. A Lisboa de Leitão de Barros misturava actores do parque Mayer – Nascimento Fernandes ou Costinha -, com tipos populares repescados na vida da cidade e com as inevitáveis coristas, maquilhadas, cintadas e disfarçadas em varinas de andar bamboleante, em nítido contraste com as verdadeiras varinas de andar coreografado pelas necessidades do ofício. A extraordinária Beatriz Costa da Canção de Lisboa era, também ela, antiga corista, azougada e moderna na sua franja à Louise Brooks, interprete de notável talento e intuição cinematográfica, conseguindo a ultrapassagem dos preceitos da revista à portuguesa que já as tias de Vasco Santana, presas àquele receituário, não alcançaram – embora a figura de Teresa Gomes permaneça inesquecível. Beatriz Costa, António Silva e Vasco Santana serão os melhores actores de cinema gerados na revista, mas os restantes, populares no palco, já não o foram na película.



 
     
     
"É irrepetível e absolutamente efémero: isso é que é fantástico, é o mistério do teatro! Não fica nada, só a memória do público, que entretanto vai morrendo..."
in http://www.museudoteatro-ipmuseus.pt/expo15.asp

publicado por Afonsinetes às 19:22
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Domingo, 25 de Março de 2007

Shakespeare Simpson -Hamlet


publicado por Afonsinetes às 12:37
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Quinta-feira, 22 de Março de 2007

Opiniões

SR. DR. RICKY:
o teatro nao é a minha vida, a minha vida e a de todos é um teatro continuado. Porque o teatro nao e fictício, nao é sonho, nao é invenção... o teatro é feito de sentimentos reais por pessoas que se tornam reais durante aquelas horas da peça, e que se prolongam para sempre dentro dos actores, pois somos sempre alterados um pouco por cada personagem, e também, se tudo correr bem, altera o público, pois vai para casa com uma coisa nova dentro de si, mesmo se nao se aperceber disso.
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<
Afonsinetes:
Ver uma peça de teatro é um momento de pausa na vida, pois é a única vez que vemos a sociedade e não fazemos parte dela, e é assim desta forma que todos nós saimos da peça um pouco mais sensibilizados com o que ela nos mostrou.
O teatro é a revelação de questões, princípios, etc que preocupam a sociedade, é a insercção de mentalidades e de comportamentos ao longo da história. É revolucionário de valores e comportamentos. É educativo.
O teatro por si só nunca será apenas uma arte, ele é muito mais do que isso, ele é todas as artes juntas, desde a literatura à história, da filosofia à ciência!
O teatro é um velho na experiência da vida que educa os novos nela, é a cultura!

publicado por Afonsinetes às 19:27
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Quarta-feira, 21 de Março de 2007

Consegues uma citação melhor?

Olá! Voltei! Esta minha ausência é explicada pela falta de criatividade que existe na minha mente para este tema e outras razões que me fizeram perder o interesse.

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Citações:

 

O teatro é uma dimensão da poesia, isto é, a mais alta tentativa de conseguir que cada um de nós se envolva na verdade que não existe, e que é a razão de ser daquilo que dá sentido à existência e a essa coisa (...) que é o tempo.
Autor: Prado Coelho , Eduardo    
Fonte
 Público
Enviada em:
 20050308
A comédia é uma subvida. As vidas felizes, nunca estão próximas da comédia. São, sim, uma versão resplandecente da tragédia. A felicidade absoluta é sempre trágica. É sempre um excesso que transporta dentro de si uma irrazoabilidade.

A vida é o pânico num teatro sem chamas 
Autor: Sartre , Jean-Paul     Tema: Vida
Não ir ao teatro é como fazer a toilette sem espelho 
Autor: Schopenhauer , Arthur     Tema: Teatro
O teatro é o primeiro soro que o homem inventou para se proteger da doença da angústia 
Fonte: "Reflexões Solre o Teatro"
Autor:
 Barrault , Jean     Tema: Angústia
O teatro é um meio muito eficaz de educar o público; mas quem faz teatro educativo encontra-se sempre sem público para poder educar 
Autor: Poncela , E.     Tema: Teatro
Há quem morra desconhecido por não ter tido um teatro diferente 
Fonte: "Les Deux Amis de Bourbonne"
Autor:
 Diderot , Denis     Tema: Fama
Quanto menos comes, bebes, compras livros, vais ao teatro e ao café, pensas, amas, teorizas, cantas, sofres, praticas desporto, etc., mais economizas e mais cresce o teu capital. «És» menos, mas «tens» mais. Assim todas as paixões e actividades são tragadas pela cobiça

Adoro teatro. É muito mais real do que a vida.



Oscar Wilde, in O Retrato de Dorian Gray

Louis Jouvet
(1887-1951)
"O comediante desencarnado"
director e actor francês Louis Jouvet, que deixou um importante legado no Thèâtre do Vieux Colombier, em Paris
"Não há nada mais fútil, mais falso, mais vão, nada mais necessário que o teatro."

 


O teatro é a representação do mundo inteiro (…). Não há máxima de sabedoria, ciência, arte, ofício, procedimento, acção que não se encontre no teatro.
(Bharata)

(...) O teatro é essencial ao que nos torna humanos. O território do teatro situa-se lá onde se presta atenção apropriada à relação que existe entre loucura e razão, entre imaginação e realidade, entre sociedade e justiça.
(Edward Bond)

A arte teatral é a mais humana e a mais geral das artes.
Partir para uma guerra contra a arte de má qualidade e reclamar uma melhor, ou vituperar o gosto do povo, para que serve?
Seria melhor perguntar porque é que o povo precisa de entorpecentes…
(Bertolt Brecht)


O teatro é uma cerimónia cujo objectivo é revitalizar a comunidade
(Julian Beck)

Que achaste das citações?

Qual foi a que te tocou mais?

Farias uma melhor?


publicado por Afonsinetes às 21:09
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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2006

Goor A crónica de Feaglar!!!

 

Goor A crónica de Feaglar!!! Lançado ontem, em Viseu e foi escrito pelo nosso amigo Sá Morias.

Agora ele so precisa do nosso apoio para chegar ao top!!! Eu VOU ...COMPRÁ-LO (não é ao Rock in Rio XP)

Façam o Livro CHEGAR AO TOP DE VENDAS!

A minha Compra vai fazer por isso, PENSEM ASSIM TAMBÉM!!!!

LEVEM ESTA LÍNDISSIMA CAPA DO LIVRO PARA OS VOSSOS CANTINHOS E DIVULGUEM!!!!!!

Bjs e obrigada!


publicado por Afonsinetes às 18:26
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Terça-feira, 25 de Julho de 2006

A nossa Comunidade

 

Olá! Desculpem áqueles que já copiaram, mas tive mesmo que corrigir alguns aspectos.

Também gostaria de deixar bem claro que a ordem pela qual estão dispostos os blogs não significa absolutamente nada para mim e é claro que teria que existir uma ordem!

O importante é Divulgar a nossa comunidade e também proporcionar alguma piada aos blogs!

Também tem o objectivo de adicionar outros blogs à comunidade e peço desculpa se me esqueci de alguém e se for esse o caso comuniquem.

Obrigada! Bjão

Copiem!(Ctrl+C)

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publicado por Afonsinetes às 21:13
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